Que pastelaria tradicional portuguesa ter num café com muitos turistas?
Que doces portugueses ter num café com turistas em Lisboa, Sintra ou Cascais: pastel de nata, travesseiros, queijadas, tigeladas e como os apresentar.

A resposta curta
Quem visita Lisboa, Sintra ou Cascais quer provar o pastel de nata, mas fica muitas vezes para um segundo doce se a vitrine mostrar outros clássicos com o nome à vista. Um núcleo de quatro a seis doces tradicionais cobre bem este público: pastel de nata, travesseiros de Sintra, uma ou duas queijadas, tigeladas e pão de Deus. Todos existem em versão congelada, para cozer ou já prontos, por isso dá para os ter sem fabrico próprio.
O pastel de nata em primeiro lugar
É o doce que todos os turistas procuram, e convém tê-lo sempre quente. O catálogo da Polfridoce tem duas versões:
- O Pastel de Nata para cozer, que vai diretamente do congelador ao forno. Pesa 75 gramas e vem em caixas de 60.
- O Pastel de Nata pronto, de 85 gramas, que só precisa de cerca de 30 minutos de descongelação.
Num café com muito movimento turístico, a versão para cozer permite fornadas pequenas ao longo do dia, com o cheiro a forno que atrai quem passa na rua. Canela e açúcar em pó à disposição completam a experiência.
Os outros clássicos que vale a pena ter
Travesseiros de Sintra
São muito procurados por quem visita Sintra e arredores. Os Travesseiros de Sintra do catálogo pesam 100 gramas, vêm em caixas de 50 e vão diretamente ao forno.
Queijadas
Há várias queijadas regionais em pastelaria pronta: Queijadas de Leite, Queijada de Évora, Queijadas de Vouzela, de amêndoa, de laranja e de nata/coco. Vêm em caixas de 12 e descongelam em 45 minutos a 1 hora. Uma ou duas variedades chegam; o importante é ter o nome da origem no letreiro.
Tigeladas
As Tigeladas são um doce conventual que poucos turistas conhecem e que desperta curiosidade. Pesam 150 gramas, vêm em caixas de 30 e descongelam em 1 a 2 horas.
Pão de Deus e outros
O Pão de Deus, em versão para cozer ou já cozido, é uma opção mais leve para o pequeno-almoço. As Tiaras D. Inês, os Pastéis da Moita e as tortas (laranja, amêndoa, noz) acrescentam variedade quando o núcleo já está montado.
Como apresentar na vitrine
Para quem não conhece os doces, o letreiro faz metade da venda:
- Nome em português e em inglês, com uma linha sobre a origem ("Travesseiro de Sintra, doce tradicional de Sintra"). Para descrever o recheio, confirme primeiro a ficha de cada produto.
- Agrupe os tradicionais num tabuleiro próprio, separados dos croissants e dos bolos internacionais.
- Proponha uma prova. Um prato com três doces pequenos e um café é fácil de vender a casais e grupos.
- Informação de alergénios à vista. Muitos turistas perguntam por frutos de casca rija, leite e ovo. Peça a ficha técnica de cada produto e tenha-a disponível no balcão.
Planear para a época alta
A procura turística em Lisboa, Sintra e Cascais sobe na primavera e no verão e nos fins de semana prolongados. A Polfridoce entrega diariamente em Lisboa, Cascais, Sintra, Amadora e Oeiras, o que permite ajustar a encomenda dia a dia sem encher o congelador. Registe as vendas de cada doce por dia da semana e reforce as caixas de pastel de nata e travesseiros antes dos fins de semana e feriados.
Evitar desperdício
- Coza o pastel de nata e os travesseiros em lotes pequenos, porque perdem qualidade se ficarem muitas horas expostos.
- As queijadas e tigeladas aguentam melhor ao longo do dia e são boas para a vitrine da tarde.
- Troque de duas em duas semanas o doce que menos vende, mantendo sempre o pastel de nata e mais um clássico.
Se o seu café recebe muitos turistas, a Polfridoce pode sugerir uma vitrine de doces tradicionais e enviar amostras. Peça um orçamento, monte o seu cabaz ou fale connosco.



